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Começar do Zero (Após os 30)

Começar do Zero (Após os 30)

04
Jul17

A transformação no reiki

capa-transformação.jpgOs trinta são os anos da minha transformação. Não só a nível pessoal mas, quem sabe, até a nível profissional.

O Reiki trouxe-me uma visão muito mais abrangente da vida, do que me rodeia, das pessoas e das suas verdadeiras intenções. Veio aperfeiçoar os meus sentidos, a minha visão, a minha intuição. E não posso estar mais do que grata por isso, pode ser que seja desta vez que aprendo realmente a não cair em mais erros e acreditar em quem não devo.

Assim só por alto, desde que me iniciei no reiki só tive uma verdadeira crise de gastrite e ansiedade, provocada não por stress mas sim por comida. Andava tão bem que exagerei e claro que deu asneira. Mas até isso me fez pensar.

Para aqueles que não acreditam na transformação que o reiki pode dar a qualquer um de nós aqui fica o meu testemunho.

 

 

29
Mar17

Estou tão fartinha da ansiedade...

A sério. Já chateia. Uma pessoa não pode estar descansada no sofá a fazer qualquer coisa que goste que o raio da ansiedade tem de aparecer. Só para dizer um "olá, lembras-te de mim? ainda estou aqui!!". Raios partam.

 

Estou fartinha dos ataques de ansiedade. É que se, ao menos, apareceressem por um motivo aparente ou depois de algo realmente stressante, que até entendia. Agora, assim do nada? Quando, supostamente, estou calma e relaxada???

 

Já não há paciência. Nem comprimidos nem estômago que aguente esta porcaria. É tão rídiculo que chega a ser desesperante. Num minuto aparece, no outro já se foi, fica só a lembrança e a sensação horrível de que pode voltar a qualquer momento.

 

Era tudo tão mais fácil quando não te conhecia....

26
Mar17

A precariedade e as suas consequências

pcp-madeira-pede-debate-parlamentar-sobre-precarie

Todos falam da precariedade laboral que os jovens atravessam. A falta de emprego, os inúmeros estágios atrás de estágios, os empregos precários, os salários baixos, o medo de perder tudo. Mas ninguém fala dos problemas adjacentes a tudo isto.

 

Infelizmente faço parte desta fatia da população, nos 30, a viver em casa dos pais, com um emprego precário e, pior, a receber quando calha e o que calha. Como é que alguém pode pensar no seu futuro numa situação destas? É essa a questão de fundo por trás de todo este problema.

 

Olhar para o futuro e não ver perspetivas de que as coisas melhorem é algo angustiante, posso assegurar. Vivo isso diariamente. Aliás, tento nem sequer pensar muito nisso, pois quando o faço, é quando tudo desmorona à minha volta.

 

Como é que alguém pode pensar em comprar ou alugar casa, ter uma família, construir a sua própria vida, quando não sabe quando ou quanto vai ganhar? Quando não sabe se amanhã terá dinheiro?

 

O pior de tudo, para mim, é a angústia, a ansiedade, a depressão que tudo isto acarreta. Porque não ver perspetivas de futuro acabou por me tornar assim, numa pessoa angustiada, com ataques de ansiedade e depressiva. E acredito que haja muitos na mesma situação que eu por aí.

 

 Mas esta parte da história ninguém conta. Este é o lado esquecido da precariedade dos jovens de hoje. Mas que traz consequências para o resto da vida.

 

 

 

17
Mar17

Descobri o que é a ansiedade

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Era uma viagem romântica. Comemorava 12 anos de namoro. Ia de viagem. Chovia torrencialmente. A meio, algo começou a não bater certo. 

 

"Foi a pizza. Caiu-me mal. Tinha um sabor estranho", pensei eu sem comentar nada. A barriga estava estranha, parecia um bebé a pontapear (imagino eu). Sempre tive problemas de estomâgo, por isso, não liguei muito. "Chegando à casa que alugamos tomo os comprimidos e isto passa".

 

Cheguei (finalmente!!!). Nada de sinais de alarme, a má disposição foi-se. Yupi!!!

 

Wrong. Umas horas mais tarde a coisa piorou. Inchei, fiquei estranha, mas achei que ia passar, como sempre. Mas isto não era "como sempre". Não passou. Passei foi a noite, que supostamente seria romântica, enfiada na casa de banho à espera de vomitar. "Vou ter outra gastroentrite. É agora. Vou vomitar". Mas nada... só o sentimento de querer vomitar, tremores, suores frios e nada de vómitos.

 

 

 

 

 

 

 

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